
Um ensaio sobre Arte e sobre a relação entre o Homem e as suas criações artísticas, a música, a pintura, a escultura, a palavra.
Dois modelos em confronto, uma arte que é a nossa, do mundo dito civilizado, que aliena, que separa os homens, que os afasta da natureza e da realidade e outra, a dos índios, integrada na vida, na natureza, que une os homens entre si e os liga ao mundo.
Algumas citações:
Sobre o canto índio
“Tensão do ser que não procura explicar, que não busca ser bela, que não procura sonhar. Mas que une o homem que canta ao além, quer dizer á matéria circundante.
Esta voz despreza a linguagem, porque a linguagem não dura” (página 81)
A propósito de pintura
“A admiração, estúpido sentimento do homem branco, que bloqueia, que mineraliza, que mata. O homem índio nada cria com vista à admiração. Nada brande, nada proclama. A solenidade fá-lo rir, parece-lhe a ele pueril.” (página 104)
“Ao pintarem a pele, ao fazerem no corpo obras de arte, atingiram o reino da significação total. Vivem na arte, são confundidos com a pintura. A arte e a magia por fim vivas.” (página 110)
O Artista
“ Nada é mais contrário ao Índio que o desejo de afirmação pessoal. Nada a seus olhos é mais fútil que a assinatura de um nome.” (página 90)
Uma fonte inesgotável de reflexão. Uma obra prima. Um livro para ler e reler.
Dois modelos em confronto, uma arte que é a nossa, do mundo dito civilizado, que aliena, que separa os homens, que os afasta da natureza e da realidade e outra, a dos índios, integrada na vida, na natureza, que une os homens entre si e os liga ao mundo.
Algumas citações:
Sobre o canto índio
“Tensão do ser que não procura explicar, que não busca ser bela, que não procura sonhar. Mas que une o homem que canta ao além, quer dizer á matéria circundante.
Esta voz despreza a linguagem, porque a linguagem não dura” (página 81)
A propósito de pintura
“A admiração, estúpido sentimento do homem branco, que bloqueia, que mineraliza, que mata. O homem índio nada cria com vista à admiração. Nada brande, nada proclama. A solenidade fá-lo rir, parece-lhe a ele pueril.” (página 104)
“Ao pintarem a pele, ao fazerem no corpo obras de arte, atingiram o reino da significação total. Vivem na arte, são confundidos com a pintura. A arte e a magia por fim vivas.” (página 110)
O Artista
“ Nada é mais contrário ao Índio que o desejo de afirmação pessoal. Nada a seus olhos é mais fútil que a assinatura de um nome.” (página 90)
Uma fonte inesgotável de reflexão. Uma obra prima. Um livro para ler e reler.
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